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Câncer no olho de crianças pequenas – Retinoblastoma

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Câncer no olho de crianças pequenas: sintomas e tratamentos

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Câncer no olho de crianças pequenas não é algo tão comum. É bem possível que, até há pouco tempo, você nunca tenha ouvido falar nisso.

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Especialmente o retinoblastoma, um tipo raro, que em geral acomete pacientes com até 5 anos.

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Mas o tema acaba de ganhar foco por conta do caso da Lua (1 ano e 3 meses), filha do apresentador Tiago Leifert e da jornalista Daiana Garbin.

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O casal fez questão de comentar publicamente o assunto. E está prestando um serviço fundamental às famílias.

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Retinoblastoma: tudo que você precisa saber sobre isso

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Pegando carona nesse esforço de divulgação – tão importante para salvar vidas e preservar a visão -, a Clínica Benchimol decidiu preparar este artigo.

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Até porque, quando um assunto desse começa a ter destaque, surgem informações de diferentes fontes. E muitas delas duvidosas.

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Nessas horas, o principal é ouvir especialistas.

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Continue lendo e veja: o que é o retinoblastoma, quais os sintomas, como fazer o diagnóstico, qual o tratamento e por que é recomendável levar o seu filho no primeiro de ano de vida ao oftalmologista. Mesmo que ele não tenha qualquer evidência desse tipo de câncer no olho.

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Retinoblastoma: o que é?

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Retinoblastoma é um tipo de câncer – um tumor maligno – que afeta um único olho ou os dois.

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Ele se forma nas células da retina, que crescem desordenadamente, como resultado de uma mutação genética no cromossomo 13.

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Pode ser congênito ou surgir no início da vida, normalmente até os 5 anos. E tem baixa incidência: no Brasil, costuma atingir 400 crianças por ano.

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Quais os sintomas deste tipo de câncer no olho de crianças pequenas?

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Os principais sintomas são:

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• leucocoria: quando o olho não saudável é iluminado, aparece um reflexo branco amarelado brilhante bem semelhante ao dos olhos dos gatos à noite (fica mais fácil identificar na hora da foto com flash: no lugar da pupila avermelhada, ela fica esbranquiçada);

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• redução da visão (às vezes até perda);

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• dor e inchaço local;

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• movimento irregular com os olhos;

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• estrabismo;

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• sensibilidade à luz; e

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• deformação do globo ocular (que pode se apresentar maior do que o normal).

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É muito importante que os pais – ou qualquer outra pessoa próxima aos pequenos – fiquem atentos. Afinal, muitas vezes a doença se manifesta antes que o paciente tenha aprendido a falar.

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Especialmente nesses casos, uma dica, por exemplo, é observar se a criança está se virando de lado para olhar.

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Quando fazer exames preventivos?

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Como em todos os tipos de câncer, o diagnóstico precoce faz toda a diferença.

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A investigação começa no Teste do Olhinho (ou Teste do Reflexo Vermelho) ainda na maternidade. E este exame deve ser repetido em mais ocasiões até os 5 anos.

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Mas, essa avaliação sozinha ainda não é suficiente. Ela não detecta lesões pequenas e localizadas na periferia da retina. Ou seja, um bom resultado não exclui a presença do retinoblastoma.

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Para um diagnóstico preciso, existem mais duas instruções.

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1Apesar de não ser obrigatório, a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) orienta que você leve o seu filho – durante o primeiro ano de vida – para um exame abrangente no médico da especialidade. Mesmo que ele não apresente os sintomas listados acima.

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Até porque essa é uma fase em que ele ainda não se expressa verbalmente e fica mais difícil você descobrir qualquer desconforto.

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2- Além disso, entre 3 e 5 anos (idealmente aos 3), é indispensável que a criança seja submetida a um exame oftalmológico completo.

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Retinoblastoma: mais dois pontos de atenção

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• 40% dos casos de retinoblastoma são hereditários. Se na sua família existe histórico deste tipo de câncer, procure um especialista em doenças genéticas e dobre os cuidados.

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• se o seu filho é prematuro, estrábico, tem alergia nos olhos ou qualquer outro problema visual, o acompanhamento oftalmológico deve ser mais frequente.

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Retinoblastoma tem cura?

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Sim, a boa notícia é que as taxas de cura do câncer no olho das crianças são bem grandes: superiores a 95%.

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Mas, claro, elas variam para cima ou para baixo dependendo de:

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• diagnóstico e tratamento precoces;

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• tratamento adequado;

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• tamanho e nível de disseminação do tumor primário;

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• presença e localização de possíveis lesões metastáticas.

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Como é o tratamento desse tipo de câncer nos olhos das crianças?

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De acordo com o tamanho, a evolução e a localização do tumor, são indicados laserterapia, crioterapia, radioterapia e/ou quimioterapia. Todos eles têm apresentado ótimas respostas.

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Outra informação otimista: quando necessária, a quimioterapia tem sido aplicada de forma intra-arterial. Diferente da versão tradicional, o remédio é injetado diretamente no vaso sanguíneo que irriga os olhos.

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Com isso, a técnica traz muitas vantagens, como:

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• maisprecisão no ataque às células cancerígenas;

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• resultados com dosagens menores; e

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• menos efeitos colaterais.

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Apesar de todo o avanço, nos casos em que o diagnóstico do retinoblastoma é tardio, pode acontecer de a criança ter que fazer uma cirurgia para retirar o globo ocular.

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Câncer no olho de crianças pequenas: ajude a disseminar informações como estas

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Quando Tiago divulgou com a esposa a doença da filha, ele comentou o quanto queria ter sido alertado antes sobre os sintomas do retinoblastoma.

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Foi por isso que ele e a Daiana decidiram criar esse movimento de conscientização. Para que outras famílias tenham a chance de descobrir o problema mais cedo. E aumentem as chances de cura.

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E também é por isso que a Clínica Benchimol convida você a compartilhar este artigo com seus amigos e parentes. E nos colocamos à disposição para esclarecer qualquer questão sobre o assunto.

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Escreva suas dúvidas abaixo nos comentários. Use nossas redes sociais. Entre em contato por telefone ou venha pessoalmente fazer uma visita.

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Teremos imenso prazer em ajudar a propagar informações confiáveis. E colaborar com o sucesso dessa luta.

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