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Tudo que o diabético precisa saber para evitar a cegueira pela retinopatia

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Infelizmente não é mito que o diabetes pode provocar cegueira. A doença é a maior responsável pela perda de visão entre pessoas de 20 a 60 anos. Engana-se quem acha que só os idosos correm o risco.

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Felizmente mais de 90% dos casos podem ser evitados de forma simples. Basicamente com o acompanhamento e o tratamento precoce da retinopatia diabética.

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Continue lendo e saiba como prevenir.

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Primeiro: o que é a retinopatia diabética?

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Uma das maiores causas de cegueira irreversível em todo o mundo, a retinopatia diabética é um termo que engloba todos os problemas de retina provocados pelo diabetes.

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Para facilitar, ela é dividida em dois grupos.

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Retinopatia diabética não-proliferativa

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É a mais comum. Os capilares, que são os vasos sanguíneos detrás dos olhos, incham e formam bolsas. Quanto mais vasos nesse estado, mais grave.

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Em alguns casos, isso provoca um edema macular, que é quando as paredes dos capilares perdem o controle sobre a passagem de substâncias entre o sangue e a retina, fazendo com que o fluido vaze dentro da mácula (região central da retina). Como resultado, a visão embaça e pode ser 100% perdida.

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Retinopatia diabética proliferativa

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É mais séria e mais rara, afeta 5% dos diabéticos. Como ocorre? Os vasos sanguíneos se obstruem completamente e, com isso, não levam mais oxigênio para a retina, que pode morrer. Para compensar, surgem novos vasos, mas eles normalmente provocam complicações:

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a) como são mais frágeis, corre o risco de haver vazamento, configurando um quadro de hemorragia vítrea; e

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b) outro problema é quando eles formam uma espécie de cicatriz, que distorce a retina, levando ao seu descolamento ou ao glaucoma.

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Quais os cuidados para evitar todos esses transtornos?

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Por sorte, com um pouco de disciplina e cuidados simples é possível evitar o problema.

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Veja o que não dá para deixar de fazer:

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1) Manter um bom controle da glicemia.

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2) Consultar o oftalmologista uma vez por ano, mesmo que não esteja com sintomas. Isso é fundamental porque a retinopatia diabética na maior parte das vezes é silenciosa: as queixas visuais só acontecem quando a retina já está profundamente danificada.

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3) Observar sempre a pressão arterial e os níveis de colesterol e triglicerídeos. Eles também podem agravar o quadro.

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4) Obviamente praticar atividades físicas é sempre recomendável. Até porque esse hábito faz diferença nos itens 1 e 3 acima.

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Quando começar o seu acompanhamento oftalmológico?

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· Se você tem diabetes tipo 1: pode começar após 5 anos de doença ou, no caso das crianças, depois da puberdade.

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· Se você tem diabetes tipo 2: é importante iniciar o acompanhamento assim que fecha o diagnóstico de diabetes.

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· Se tem lesões nos olhos ligadas ao diabetes ou se teve uma melhora rápida da glicemia depois de ter passado anos com a glicose alta: o cuidado e a frequência na visita médica são fundamentais.

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· Se pretende engravidar e tem diabetes: é importante acompanhar antes da gestação e, depois, de três em três meses até o nascimento do bebê.

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Prevenir vale mais…

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Por fim, não custa lembrar que a prevenção é sempre o melhor remédio.

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A gente aqui na Clínica Oftalmológica Benchimol está preparado e aparelhado com o que existe de mais avançado tanto para diagnóstico, quanto para tratamento.

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Mas, quanto mais cedo a retinopatia diabética for descoberta, mais chances de sucesso, independentemente da terapia que escolhermos para utilizar.

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